*ARPEJOS EXÓTICOS*
   
 
   



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Uma homenagem a grande escritora, que com certeza nos continuara presenteando com lindos e inteligentes textos.

13 Poemas - Florbela Espanca

13 Poemas é uma coletânea da portuguesa Florbela Espanca ilustrado com pinturas sublimes de Carlos Furtado, que tornam a leitura dos poemas ainda mais atraente, bem como têm o condão de dar asas ao leitor de poesias, ao leitor tão específico que é o de Florbela.

O exemplar objeto desta resenha foi publicado no Brasil pela RK Roswitha Kempf/Editores em papel couchê 150g em 1988.

Margarida Finkel faz uma terna apresentação poética, indicando de forma delicada a origem, um pouco da personalidade e as cercanias da poetisa oriunda de Viçosa que ousou viver apenas 36 anos, porém deixou uma obra inigualável.

13 poemas conta com “Eu”, “Fanatismo”, “A vida”, “Da minha janela”, entre outros poemas que denotam a sensibilidade da poeta e a forma como sentiu e expôs a vida.

“Eu quero amar, amar perdidamente! Amar só por amar: Aqui... Além... Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente...Amar! Amar! E não amar ninguém!

Talvez porque amar seja dar, doar, talvez dor.

Isto é um pouco do que será encontrado em 13 poemas,
leitura sugerida para quem aprecia a boa poesia.
E um livro para quem coleciona, porém, como a tiragem foi de 1.500 exemplares, talvez só encontrado em bons sebos.
Porém, existem publicações novas, de outras editoras.
Confiram!
 
texto extraido do site http://www.recantodasletras.com.br/autores/fernandahanna

São Paulo, 11.2.2006.
Fernanda Hanna


Escrito por *Arpejo Exótico* às 15h18
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   Zélia Duncan, Simone, Ivan Lins, Milton Nascimento

 

Simone nasceu em Salvador, capital da Bahia, no Natal de 1949. Era, por essa razão, para ser batizada com o nome de Natalina. O nome Simone Bittencourt de Oliveira, porém, prevaleceu na decisão final. Filha de um cantor de ópera e de uma pianista, Simone cresceu acostumada com a música.

Em 1965, aos 16 anos, mudou-se de Salvador para São Paulo com os pais. Na capital paulista estudou música e começou a praticar esportes. Destacou-se no basquete, integrando seleções brasileiras em competições oficiais. Assim mesmo, Simone jamais se considerou uma grande jogadora. Nas concentrações, antes dos jogos importantes, gostava mesmo era de tocar violão.

Aos 24 anos, ainda atleta, Moacir Machado, depois de ouvir uma performance levou-a para um teste na Odeon. Fez tanto sucesso no teste que assinou contrato com a gravadora e lançou, em 1972, “Simone” seu primeiro LP. Em Outubro de 1973, convidada por Hermínio Bello de Carvalho, viajou para a Bélgica e França, com o espetáculo “Panorama Brasileiro”. Mal havia regressado, a Madison Square (produtora norte-americana) contratou-a para mais uma turnê - de três meses - do espetáculo, desta vez para Canadá e EUA. No mesmo ano lançou, com os sambistas Roberto Ribeiro e João de Aquino, o LP “Brasil–Export 73 Agô Kelofé” e participou das faixas “Nem eu”, “Coqueiro de Itapoan/João Valentão” e “Fechei a porta” do LP “Expo-Som 73 – Ao vivo”. “Quatro paredes”, o segundo LP solo, lançado em 1974, colocam dois sucessos nas paradas: “Bodas de Prata” e “De frente pro crime”, da dupla João Bosco e Aldir Blanc.

Em 1975, seria o ano de “Gota d’água”. O disco alcançou altos índices de vendagem e resultou num show até hoje lembrado como um dos melhores já feitos pela cantora. Os versos de Chico Buarque na música “Gota d’água” ganharam mais força na interpretação de Simone e de Milton Nascimento, seu convidado.

Em 1980 regravou, com explosivo sucesso, “Pra Não Dizer que Não Falei das Flores”, de Geraldo Vandré, canção que durante muitos anos esteve censurada pela política repressiva que o país vivia.
A baiana tem muito do que se orgulhar, afinal, antes dela, em 1981 com o show “Amar”, jamais uma cantora havia lotado, sozinha, o Maracanãzinho. Uma platéia diária de 15.000 pessoas assistiu, em 1982, no Estádio do Morumbi, o “Canta Brasil”, espetáculo que contou com a participação da cantora.



Escrito por *Arpejo Exótico* às 13h26
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Com 33 anos carreira e inúmeras parcerias, a cantora é considerada uma das grandes vozes da cena musical brasileira. Como ela mesma diz, sua geração foi muito privilegiada. “As gerações são diferentes, os compositores são diferentes de hoje. Fiz parte de uma geração incomparável”, conta a cantora que participou de uma época marcada pela presença de nomes como Chico Buarque, Milton Nascimento e Ivan Lins, grandes referências em sua trajetória musical. Simone já dividiu os vocais com grandes nomes da música, de Chico à Rita Lee e já teve o prestigio de cantar ao lado de Carreras e Plácido Domingos. “Eu adoro dividir o palco. Eu acredito que essa divisão só tenha a somar na minha carreira

Simone está de volta ao mercado com um disco ao vivo. Com cara de quem não tem muito do que reclamar, a cantora agradece seu sucesso e teima em repetir que “a vida tem sido muito generosa” com ela. E também não é por menos. O material ao vivo, que acaba de ser lançado no mercado em CD e DVD, traz grandes sucessos da carreira da cantora e participações de nomes como Zélia Duncan( Que com certeza a dupla fará sucesso, pois Zélia além de uma grande compositora tem uma voz linda e tenho certeza que farão shows pelo Brasil) é só esperamros , Ivan Lins( Gravou um CD só com musica do compositor e amigo dela) e Milton Nascimento( que com certeza já ssão uma dupla de sucesso) .

“Gravar o disco foi uma decisão comum. O momento era propício e as pessoas que eu queria que participassem estavam à disposição”, contou Simone. No repertório não faltam sucessos como “To Voltando”, “Começar de Novo” “É Festa”, dentre outros, além da regravação de “O Que Será”, de Chico Buarque, que Simone já havia gravado no LP “Face a Face” de 1977, e uma versão de “The Blower’s Daughter”, do filme “Closer”. ( Versão feita pela amiga Zélia Duncan  e um sucesso na voz da incrível Simone)

Como planos futuros, a cantora contou ter projetos de lançar um disco só com músicas do Renato Russo( Maravilhosa a idéias e espero que seja breve) e um álbum de releituras da obra de Marina Lima.( Magnífico, outra cantora show de bola e Simone poderia fazer também um dupla que seria um grande sucesso para ambas) É esperar pra ver!

 

Texto retirdo da Net e comentário de M. Spada

 

Simone - Então Me Diz
by Zélia Duncan

Então me diz 
Nada é tão triste assim 
A vida é boa pra mim 
Mais que o normal 
Então me diz 
Qualquer historia 
De amor e glória 
Eu sei, não dá mais pra voar 
Não sei olhar sem você 
Eu só tenho olhar pra você 
Eu só sei olhar pra você 
Eu só sei olhar pra você 
Eu só sei olhar pra você 
Eu só sei olhar pra você 
Então me diz 
Frase feita comuns 
Já sei, ficamos no ar 
Mais que o normal 
Então me diz 
Faz frio agora 
A musa e glória partiu negando o seu papel 
E eu nem sei olhar sem você 
Eu não sei olhar sem você 
Eu não sei olhar sem você 
Eu só sei olhar pra você 
Eu só sei olhar pra você 
Eu só sei olhar pra você 
Nunca disse te amo 
Nunca disse te estranho... nem importa mais 
E eu só sei pensar em você 
Eu só sei pensar em você 
Eu só sei pensar com você 
Eu só sei pensar com você 
Eu só sei pensar em você eu só sei pensar... pensar... pensar...


 



Escrito por *Arpejo Exótico* às 13h23
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 Klébi Nori        

Klébi Nori começou a compor aos 15 anos, estreou nos palcos aos 24 e lançou o primeiro álbum aos 34. Não podemos deixar de lembrar que o seu lado de poetisa, também lhe rendeu o seu primeiro livro, “Os Castanhos”: Maltese,1994 . No momento se encontra em sua melhor performance, não só pela beleza exterior, mas pela maturidade o que a torna uma cantora e autora completa para nos encantarmos ao vê-la e ouvi-la.
Seu novo CD, conta ainda com algumas parcerias, como algumas com o seu diretor musical José Antonio Almeida, e a participação especial do “ultrajante ” Roger.
O terceiro CD de Klébi abre de novo uma oportunidade para que o grande público conheça a cantora, que "solta seu vocabulário" logo na primeira faixa "Pra Pirar". Klébi vem mais atual, usando o som acústico de violões e bandolim, aliados a base de guitarra, baixo e bateria
Espero que quem curte essa talentosa cantora possa prestigiar seu bom trabalho.

A musica que anda tocando nas rádios hoje é: A cidade de outro.

A cidade está tão fora
E você se ocupa dessas coisas
Vive me mandando embora
Pensando que eu sou outra pessoa
O meu beijo é diferente
Acho que você não sente
Mas posso facilitar tudo
Você querendo mesmo eu me mudo
Saio de cabeça ao pé
Deixo tudo como é
Se você não consegue ver
A possibilidade de outro
Azar de você

Texto e fotos retirados da Internet



Escrito por *Arpejo Exótico* às 23h01
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Hoje vou falar uma pouco desta banda que anda falando muito com suas musicas e um  pouco da história da Banda Catedral.

Catedral É:

KIM - VOZ/GUITARRA

JULIO - BAIXO

GUILHERME - BATERIA

 

Catedral é uma banda que vai mexer ainda mais com o publico que gosta de musica inteligente, sei que falam referente ao Reato Russo e que a banda não tem nada a ver, mas descordo e acho o estilo bel parecido e espero que continuem fazendo esse sucesso e colocando suas idéias como o Renato fazia muito bem deixando nossa MPB que anda tão pobre um pouco mais rica com palavras inteligentes, sonhadoras, reais, mas que façam os ouvintes pensarem em vez de ouvir apenas palavras banais que nada nos tem a acrescentar e essa banda para mim veio para ficar, antes como Gospel e agora como uma banda que tem muito a dizer!

Então vamos a história dessa banda:

 

Com o dia a dia ficando cada vez mais difíceis, enormes barreiras tendo de ser             superadas diariamente, a fome, a violência, a desigualdade social e o caos em geral, é natural que isto reflita em nossos pensamentos, e em nossas ações, e na nossa música.

E é inserido neste contexto que surge a Banda Catedral. Eles chegaram para preencher um espaço no rock, depois de 12 anos atuando em outro estilo, o gospel, decidiram adotar uma nova linha e se dedicar a um novo público: o pop-rock. E dentro deste novo estilo, poderem abertamente criticar este mundo e seus defeitos, letras pesadas, reflexões sociais, condenações às drogas, a violência, as brigas religiosas e a luta por um só ideal: amor e paz entre os homens.

Kim, natural do Rio de Janeiro, cidade onde reside, é o vocalista e o Leader Band do Catedral. Tendo aprendido a tocar sozinho, com ligação musical vinda do berço, sua influência musical é o rock inglês, a pop music e o RB. 14 anos nas costas, pode-se dizer que tudo começou de um novo marco zero a partir do lançamento do primeiro trabalho pela nova gravadora. Como tal, ele era antes de tudo, uma experimentação. Um novo solo estava sendo desbravado, e uma nova atitude tomada. Agora chegou a hora da consolidação. Kim, o vocalista, Cezar, o guitarrista, Julio, no baixo e completando, Guilherme na bateria, dado o primeiro o passo, pretendem agora alçar grandes vôos e conquistar todo o Brasil.

O novo cd, recém lançado e que promete muito, desta vez, investe mais pesado no rock e em baladas românticas do que o cd anterior. Finalizando o novo disco está a faixa bônus, a versão acústica do grande sucesso de Para Todo Mundo, Uma Canção de Amor Pra Você, que chegou a ser primeiro lugar na MTV e em várias rádios do Brasil.

 

Matéria tirada do site da Banda: http://www.bandacatedral.com.br/Catedral_Historico/index.html

 

 



Escrito por *Arpejo Exótico* às 13h21
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