| INTERVALOS JUSTOS:
Primeira Justa (1ª j) - também chamada de "uníssono" compreende dois sons de mesmo nome e da mesma altura. Fig. 18.
Quarta Justa (4ª j) - formada por dois tons e um semitom. Figs.. 19 e 20.
Quinta Justa (5ª j) - formada por três tons e um semitom. Figs. 21 e 22.
Quintas sobre a pauta: As duas notas são escritas em linhas ou espaços, separadas por uma linha ou um espaço. Fig. 23.
Oitava Justa (8ª j) - formada por cinco tons e dois semitons. Fig. 24. Obs.: seis tons não formam uma oitava justa. Fig. 25 e 26.
Oitava é o conjunto de notas existentes entre uma nota qualquer e sua primeira repetição no ou no agudo. Fig. 27.
INTERVALOS MAIORES E MENORES:
Segunda Maior (2ª M) - formada por um tom. Figs. 28 e 29.
Localização das segundas sobre as pautas: uma nota é grafada na linha e a outra no espaço seguinte ou vice-versa (intervalo conjunto). Fig. 30
Segunda Menor (2ª m) - formada por um semitom. Figs. 31 e 32
Terça Maior (3ª M) - formada por dois tons. Fig. 35 e 36
As terças se localizam sobre a pauta da seguinte forma: as duas notas ocupam linhas ou espaços consecutivos. Fig. 37.
Diton, palavra derivada da língua grega, é o intervalo formado por dois tons.
Terça Menor (3ª m) - formada por um tom e um semitom. Figs. 40 e 41
Sexta maior (6ª M) - formada por quatro tons e um semitom. Figs. 42 e 43.
Sexta menor (6ª m) - formada por três tons e dois semitons. Fig.s 44. Sem olvidar que: quatro tons não formam uma sexta menor. Figs. 45 e 46.
RELAÇÃO entre quinta justa, sexta Maior e sexta menor: Fig. 47
Sétima maior (7ª M) - formada por cinco tons e um semitom. Figs. 48 e 49.
Sétima menor (7ª m) - formada por quatro tons e dos semitons. Observando-se que cinco tons não formam um sétima menor. Figs. 50, 51 e 52.
RELAÇÃO entre oitava Justa, sétima Maior e sétima menor. Figs. 53, 54 e 55.
CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES:
Sextas e sétimas maiores, formadas por notas naturais, têm um semitom natural. Figs. 56 e 57
Sextas e sétimas menores, formadas por notas naturais, têm dois semitons naturais. Figs. 58 e 59.
Adota-se a grafia abreviada (2ª M, 2ª m) no que toca aos nomes dos intervalos, para facilitar os trabalhos de aprendizagem e prática.
MEIOS PARA IDENTIFICAÇÃO DOS INTERVALOS:
1) Classificação numérica: Fig. 60.
2) Qualificando o intervalo formado pelas notas naturais (sem acidentes): Fig. 61.
3) Qualifica-se o mesmo intervalo com acidentes, comparando-o com aquele sem acidentes: Fig. 62.
Obs.: quando ambas as notas do intervalo têm acidentes iguais, qualificação é idêntica à do intervalo sem acidentes. Fig. 63
2) Para qualificar de forma fácil intervalos com acidentes dobrados, subtrai-se o mesmo acidente das duas notas, obtendo-se o mesmo resultado. Fig. 64.
PROCEDIMENTOS PRÁTICOS PARA FORMAR OS INTERVALOS A PARTIR DE NOTA DADA:
O exemplo adotado é a 6ª menor ascendente a partir da nota mi bemol:
1) Forma-se um 6ª a partir da nota dada (sem acidentes):Fig. 65.
2) Qualifica-se o intervalo natural: Fig. 66.
3) Qualifica-se o intervalo com a nota dada (com o acidente): Fig. 67.
4) Altera-se a segunda nota para formar o intervalo solicitado: Fig. 68.
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